
Quatro meses, Senhor Leitor. Quatro meses de formação, mas também de paciência. Telefonemas, fotocopias, telefonemas, decisões, telefonemas, videos, telefonemas, contactos, telefonemas, media consulting, telefonemas, comidas no chinês de Vaugirard, telefonemas. O mais interessante foi a real entrada no que sempre me disseram que teria de enfrentar um dia: esse monstro transparente que domina a nossa vida a partir do momento em que a nossa voz começa a mudar chamado MERCADO DE TRABALHO. Marché du Travail para os mais hexagonistas, globalizado até às entranhas, criador de uma sociedade liquidificada em que o que conta é o salve-se quem poder, esse tal mercado constituiu a bases de todos os avisos familiares desde meados dos anos noventa. O melhor é fazer como os que creem na terapia gestalgica e encarar o monstro do Cabo Bojador de forma a que o seu perfil não nos faça medo.
No Hexagono.
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